quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Condicionamento Clássico:
Estímulo Condicionado

Kurt Eissler escreveu:

“O decréscimo do impulso da pesquisa psicanalítica
não é devido a fatores subjetivos
presentes entre os psicanalistas, mas a
fatos históricos de significado mais amplo:
a situação psicanalítica já deu tudo o que
continha. Está esgotada quanto a possibilidades
de pesquisa, ao menos até que possamos
conceber novos paradigmas.”


Katiene Freitas Petráglia





O processo de aprendizagem na abordagem de Piaget


O papel da equilibração
Nos estudos de Piaget, a teoria da equilibração, de uma maneira geral, trata de um ponto de equilíbrio entre a assimilação e a acomodação, e assim, é considerada como um mecanismo auto-regulador, necessária para assegurar à criança uma interação eficiente dela com o meio-ambiente. (Wadsworth, 1996) Piaget postula que todo esquema de assimilação tende a alimentar-se, isto é, a incorporar elementos que lhe são exteriores e compatíveis com a sua natureza. E postula também que todo esquema de assimilação é obrigado a se acomodar aos elementos que assimila, isto é, a se modificar em função de suas particularidades, mas, sem com isso, perder sua continuidade (portanto, seu fechamento enquanto ciclo de processos interdependentes), nem seus poderes anteriores de assimilação.
Em outras palavras, Piaget (1975) define que o equilíbrio cognitivo implica afirmar a presença necessária de acomodações nas estruturas; bem como a conservação de tais estruturas em caso de acomodações bem sucedidas. Esta equilibração é necessária porque se uma pessoa só assimilasse, desenvolveria apenas alguns esquemas cognitivos, esses muito amplos, comprometendo sua capacidade de diferenciação; em contrapartida, se uma pessoa só acomodasse, desenvolveria uma grande quantidade de esquemas cognitivos, porém muito pequenos, comprometendo seu esquema de generalização de tal forma que a maioria das coisas seriam vistas sempre como diferentes, mesmo pertencendo à mesma classe. Essa noção de equilibração foi a base para o conceito, desenvolvido por Paín, sobre as modalidades de aprendizagem, que se servem dos conceitos de assimilação e acomodação, na descrição de sua estrutura processual.
Segundo Wadsworth, se a criança não consegue assimilar o estímulo, ela tenta, então, fazer uma acomodação, modificando um esquema ou criando um esquema novo. Quando isso é feito, ocorre a assimilação do estímulo e, nesse momento, o equilíbrio é alcançado. (Wadsworth, 1996) Segundo a teoria da equilibração, a integração pode ser vista como uma tarefa de assimilação, enquanto que a diferenciação seria uma tarefa de acomodação, contudo, há conservação mútua do todo e das partes.
É de Piaget o postulado de que o pleno desenvolvimento da personalidade sob seus aspectos mais intelectuais é indissociável do conjunto das relações afetivas, sociais e morais que constituem a vida da instituição educacional. À primeira vista, o desabrochamento da personalidade parece depender sobretudo dos fatores afetivos; na realidade, a educação forma um todo indissociável e não é possível formar personalidades autônomas no domínio moral se o indivíduo estiver submetido a uma coerção intelectual tal que o limite a aprender passivamente, sem tentar descobrir por si mesmo a verdade: se ele é passivo intelectualmente não será livre moralmente. Mas reciprocamente, se sua moral consiste exclusivamente numa submissão à vontade adulta e se as únicas relações sociais que constituem as relações de aprendizagem são as que ligam cada estudante individualmente a um professor que detém todos os poderes, ele não pode tampouco ser ativo intelectualmente. (Piaget, 1982) Piaget afirma que "adquirida a linguagem, a socialização do pensamento manifesta-se pela elaboração de conceitos e relações e pela constituição de regras. É justamente na medida, até, que o pensamento verbo-conceptual é transformado pela sua natureza coletiva que ele se torna capaz de comprovar e investigar a verdade, em contraste com os atos práticos dos atos da inteligência sensório-motora e à sua busca de êxito ou satisfação" 

Jonatha Pereira Martins

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Motivação a base do sucesso!


"Motivação, a base para o sucesso, mesmo entre dificuldades, atribulações e muitos compromissos, devemos ir em busca de nossos objetivos, se apoiar nas mais diversas oportunidades, pois a chave do sucesso, cada um de nós temos, basta ter força de vontade para chegar até a porta!!! "

Futuros Engenheiros: Jorge Henrique, Fernando Diniz, Jonatha Martins, Kleber Lomax, Rafael Mendonça, Katiene Petráglia, Vanessa Borges, Edilson Alves.


"O insucesso é apenas uma oportunidade para recomeçar de novo com mais inteligência"

Vanessa Borges.
"No meio da dificuldade encontra-se a oportunidade"

Vanessa Borges Petráglia.

Um dos diversos tipos de MOTIVAÇÃO.

"A motivação pode vir das mais diversas formas! "

Fernando Diniz

Desejos de Motivação

"Desejo que você
 Não tenha medo da vida, tenha medo de não vivê-la.
 Não há céu sem tempestades, nem caminhos sem acidentes.
 Só é digno do pódio quem usa as derrotas para alcançá-lo.
 Só é digno da sabedoria quem usa as lágrimas para irrigá-la.
 Os frágeis usam a força; os fortes, a inteligência.
 Seja um sonhador, mas una seus sonhos com disciplina,
 Pois sonhos sem disciplina produzem pessoas frustradas.
 Seja um debatedor de idéias. Lute pelo que você ama."




Rafael Mendonça